A romancista britânica, Elinor Glyn [1864 - 1943], foi quem
cunhou o termo 'it' como um eufemismo para 'sex appeal'. Assim, de forma
resumida, quando em revistas de moda e coisas do gênero você lê que alguém [uma
garota] é uma 'it girl' significa que se trata de uma garota [mulher] que
possui carisma, charme, elegância, finesse, inteligência... Um 'it girl' cativa
as pessoas ao seu redor, ela influência de modo positivo aqueles e aquelas que
estão em seu raio de atuação. Vale dizer aqui que uma 'it girl', de acordo com
as especialistas, não se faz com roupas de grife. Logo, ser uma 'it girl' não
tem nada a ver com possuir uma 'bolsa Chanel + sapato Louboutin + mergulho na
Daslu'. Isto porque o conceito 'it girl' não está na grife [na marca]. Ser uma
'it girl' vai, além disso. Infelizmente, algumas expressões devem ser
compreendidas a partir do seu conceito, da ideia que transmitem, do que
representam. Logo, o termo 'it girl' é algo que precisa sem internalizado com
seu conceito sem a necessidade de traduções ao pé da letra e equivalências
esdrúxulas. Esse mistério saudável e curioso certamente faz parte de uma 'it
girl'.
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